Capital social e os desafios do Corredor Bioceânico

Palavras-chave: Agenda 2030 da ONU, desenvolvimento sustentável, comunidade cívica.

Resumo

O Corredor Bioceânico, que ligará o Centro-Oeste brasileiro ao Oceano Pacífico, proporcionará a implementação de intercâmbios econômicos, sociais, turísticos e culturais, conforme declarações de autoridades governamentais, empresários, jornalistas e outros. O presente estudo visa verificar a tônica dos discursos oficiais a respeito de tal Corredor, no que tange, principalmente, ao desenvolvimento sustentável e à formação de capital social, considerados fundamentais para a sustentabilidade de empreendimentos como este.  Para embasar o estudo, além das discussões acerca do capital social, a partir de Putnam, considerou-se relevante pontuar questões presentes na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, ONU, principalmente ao que se refere ao objetivo número 8, que traz orientações em relação ao crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável.

Biografia do Autor

Maria Geralda Miranda, Centro Universitário Augusto Motta, UNISUAM
Possui graduação em Comunicação Social (Jornalismo) e em Letras Clássicas e Vernáculas. Especialista em Literaturas Vernáculas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Mestre em Literatura Comparada com ênfase nos estudos culturais pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Doutorado em Letras com ênfase em estudos pós-coloniais, também pela UFF. Fez pós-doutorado em Estudos de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa pela UFRJ. É professora do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Local, do Centro Universitário Augusto Motta, UNISUAM, onde também e professora titular. Coordena o Projeto "Implicações do Ambiente no processo de Ensino-Aprendizagem: Estudos sobre escolas Públicas do Complexo do Alemão, na Cidade do Rio de Janeiro". vinculado ao Programa Observatório da Educação da CAPES - OBEDUC/CAPES. Desenvolve estudos no âmbito da Educação ambiental e na relação entre educação, cultura, trabalho e desenvolvimento. Estuda cultura popular e elabora metodologias visando à aplicação em Educação Ambiental. Faz pós-doutorado em Políticas Públicas e Formação Humana na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ.
Reis Friede, UNIRIO, UNISUAM
Desembargador Federal, Membro Titular do Órgão Especial e Diretor do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), ex-Vice-Presidente do TRF/2, ex-Membro Suplente do Conselho da Justiça Federal, ex-membro do Conselho de Administração do TRF/2 e ex-membro do Ministério Público; Professor Emérito da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército – ECEME; Professor Honoris Causa da Universidade da Força Aérea – UNIFA; Conferencista Emérito da Universidade Castelo Branco – UCB, Professor de Direito Constitucional da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro – EMERJ; ex-Professor Adjunto da Escola de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ e ex-Professor Adjunto da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, possuindo, entre outros títulos, o de Mestre em Direito do Estado pela Universidade Gama Filho – UGF e Mestre e Doutor em Direito Público pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.
Katia Avelar, UNISUAM
Possui graduação em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1993), Mestrado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (1996) e Doutorado em Ciências também pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002). Atualmente é coordenadora do Laboratório de Referência Nacional para Leptospirose do Instituto Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Professora Titular e Pesquisadora do Programa de Pós-Graduação Profissional Interdisciplinar em Desenvolvimento Local do Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)

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Publicado
2019-07-30