Etnobotânica e conservação <em>on farm</em> de mandioca (<em>Manihot esculenta</em> Crantz) na agricultura de pequena escala no Estado de Mato Grosso, Brasil

Palavras-chave: assentamento rural, comunidade tradicional, agrobiodiversidade.

Resumo

Este estudo investigou o papel da comunidade tradicional Luzia (CL) e do assentamento rural “Banco da Terra” (BT) (Mato Grosso, Brasil) na conservação on farm de mandioca, através de censo socioeconômico, levantamento etnobotânico, identificação das variedades locais e observação participante. Na CL foi encontrado maior conhecimento etnobotânico, embora o BT tenha apresentado maior riqueza (39 BT e 30 CL) e diversidade (H’ = 3,24 BT e 3,01 CL). A baixa similaridade entre os acervos revela a complementaridade dos locais na manutenção on farm da agrobiodiversidade.

Biografia do Autor

Juliana Rodrigues Larrosa Oler, Universidade Estadual Paulista "JÚLIO DE MESQUITA FILHO" Campus Rio Claro
Possui mestrado em Ciências Biológicas - Biologia Vegetal pela Unesp-Rio Claro, graduação em Ecologia pela Unesp - Rio Claro. Atua principalmente nas áreas de Ecologia Humana, Etnobotânica, Plantas Tóxicas, Agrobiodiversidade, Agricultura Tradicional. Atualmente está no doutorado em Ciências Biológicas - Biologia Vegetal pela Unesp - Rio Claro
Maria Christina de Mello Amorozo, Universidade Estadual Paulista "JÚLIO DE MESQUITA FILHO" Campus Rio Claro
possui graduação em Ciências Biológicas - licenciatura e bacharelado pela Universidade de São Paulo (1974), mestrado em Biologia (Ecologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (1980) e doutorado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1996). Professora Adjunta da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, trabalhando na área de Etnobotânica e Ecologia Humana. Áreas de interesse: sistemas agrícolas de pequena escala, manutenção in situ on farm de variedades de raízes e tubérculos, impactos das transformações socioeconômicas. Aposentada desde agosto de 2014

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Publicado
2017-09-21